A Descoberta

Este é o primeiro tema-desafio do grupo: “A Descoberta”, proposto por Leandro. Veja abaixo os nossos contos. Lembre-se de clicar em “LEIA MAIS” para ler um conto completo. Sinta-se livre para nos enviar seus comentários!

Conto do Armando Alves Neto:

“— O que foi que você descobriu, Cob? — perguntou o jovem escudeiro. Instruído para ser meio cavalariço, meio sacerdote, Gerad sabia que devia tratar o bárbaro por senhor, mas após seis meses seguindo-o em suas andanças, o título virou Senhor Cobalt Brennier, depois apenas Senhor Brennier, Colbalt, e por fim, Cob de Ferro.— Eles estão lá, garoto. Acima das muretas de pedra. Próximo ao entroncamento do rio.

— Rio? — Gerad rebateu. — Não há rio nas terras altas. (…)” LEIA MAIS

 

Conto do Vilar da Camara Neto:

“A coisa toda começou com um trabalho que a professora passou para casa. Era uma entrevista, a lição já dizia quais eram as perguntas, que eu tinha que fazer com um comerciário. (Corri para o dicionário e acabei com a impressão de que isso é só um sinônimo pomposo pra “comerciante”.) Lembrei do tio Tenório, que nos visita sempre, e de ouvir ele falar às vezes alguma coisa sobre compras e vendas. Na dúvida, perguntei no almoço:— Pai, tio Tenório trabalha com o quê mesmo?

— Hum, é vendedor, algo assim, não é isso? Pergunta pra tua mãe, ela é que é prima dele. (…)” LEIA MAIS

 

Conto do Leandro Soriano Marcolino:

“Abandonara a mulher e os filhos. Sua pele ainda ardia com as unhadas. Pegara poucas roupas, a chave do carro, uma latinha de cerveja, e agora dirigia sem rumo para uma cidade qualquer.Há anos sentia uma certa angústia. Aquela sensação de que poderia ser feliz. Precisava apenas de pequenos prazeres. Pequenos prazeres, como tomar uma cerveja, comer uma boa refeição, correr com um cachorro, assistir tranquilo à um jogo de futebol. Mas como era tudo tão difícil naquela vida familiar, às obrigações, os deveres, os pedidos tão difíceis de recusar. A esposa não gostava que bebesse, não queria ter cachorros, seus filhos não o deixavam um minuto em paz. E, no trabalho, sua consciência e seu chefe não o deixavam relaxar. (…)” LEIA MAIS

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